O que o Serviço de Psiquiatria do Hospital das...

Postado por em 16/01/2016

O que o serviço de Psiquiatria Infanto-Juvenil do Hospital das Clínicas tem a oferecer

 

Se você tem oportunidade de tentar uma vaga no Hospital das Clínicas (HC) que pertence a Universidade de São Paulo não deixe para depois. É um avançado centro de assistência, pesquisa e ensino em psiquiatria, com uma equipe multidisciplinar completa e oferece um atendimento diferenciado às crianças e adolescentes.

Segue abaixo algumas informações sobre esse departamento que está localizado em São Paulo, mas outras cidades do interior de São Paulo também possuem Hospital das Clínicas.

 

SERVIÇO DE PSIQUIATRIA DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA (SEPIA)

 

Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da

Universidade de São Paulo

 

Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da

Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

 

MISSÃO:

Integrar assistência, ensino e pesquisa em Psiquiatria da Infância e

Adolescência para melhor atender a comunidade; formar profissionais

especializados no seu cuidado e desenvolver o conhecimento na disciplina no

Brasil.

VISÃO:

Ser o centro de referência nacional em formação de profissionais; produção de

conhecimentos e assistência nos três níveis de saúde em Psiquiatria da

Infância e Adolescência, equiparável a centros internacionais que atuam na

mesma área.

 

VALORES:

Excelência no atendimento de crianças e adolescentes e seus familiares;

diversidade de pensamento, buscando a integração das diferentes visões;

valorização e investimento no potencial humano; desenvolvimento de

pesquisas; inovação e pioneirismo.

 

EQUIPE

- 1 Professor Titular

- 3 Professores Doutores

- 1 Preceptor

- 27 Psiquiatras da Infância e Adolescência

- 11 Psicólogos

- 5 Enfermeiros

- 10 Auxiliares de Enfermagem

- 4 Fonoaudiólogos

- 4 Psicopedagogas

- 1 Arte-educador

- 1 Educador Físico

- 4 Assistentes Sociais

- 1 Fisioterapeuta

- 4 Terapeutas Ocupacionais

 

SERVIÇOS

- Ambulatórios:

- Geral

- Diagnóstico e Intervenções Precoces

- Transtornos Alimentares

- Transtornos de Ansiedade

- Transtornos do Espectro Autista

- Transtornos Afetivos

- Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

- Transtornos de Conduta

- Psicoses

- Álcool e Drogas

- Crianças e Adolescentes em Situação de Risco e Vulnerabilidade

Social (Maus-Tratos)

- Epilepsia

- Interconsulta

- Transtornos do Impulso

- Psicoterapia Breve

- Psicoterapia Familiar

- Psicoterapia Vincular

- Ludoterapia

- Hospital-Dia

- Brinquedoteca

- Classe Hospitalar

- Enfermaria com 10 leitos (sendo 1 utilizado pelo Video-EEG)

 

ENFERMARIA

- Os pacientes internados são acompanhados, durante o período de

internação, por um médico residente (R3 ou R4), o qual é supervisionado por

um médico assistente.

 

- Durante a internação, os pacientes também são acompanhados pela equipe

multiprofissional da Enfermaria, participando das seguintes atividades:

 

- Avaliação Neuropsicológica e Emocional

 

- Avaliação e acompanhamento Nutricional

 

- Avaliação Social (Serviço Social)

 

- Classe Hospitalar

 

- Terapia Ocupacional

 

- Musicoterapia

 

- Terapia Cognitivo-Comportamental (individual e grupo)

 

- Atividades Psicoeducacionais

 

- Orientações Parentais (individual e grupo)

 

- Atividades Lúdicas

 

- Terapia Assistida por Cães

 

- A Enfermaria conta com uma equipe de Enfermagem especializada, sendo

treinada inclusive para o manejo de pacientes portadores de Transtornos

Alimentares.

 

- Semanalmente, toda a equipe da Enfermaria se reúne para realizar uma

discussão conjunta sobre o tratamento dos pacientes internados.

 

- Os casos de maior dificuldade de manejo são apresentados na Reunião

Clínica do SEPIA, sendo discutidos entre todos os profissionais do Serviço de

Psiquiatria da Infância e Adolescência.

 

- Após a alta, os pacientes podem ser encaminhados para acompanhamento

no Hospital-Dia ou nos diversos ambulatórios de especialidades do SEPIA.

 

Avaliação e acompanhamento psiquiátrico:

O objetivo principal da avaliação psiquiátrica é estabelecer o diagnóstico

multiaxial a partir da avaliação clínica, utilizando os critérios diagnósticos

vigentes e estabelecendo a sua relação com fatores emocionais, cognitivos e

sociais presentes.

 

É fundamental também a avaliação de fatores orgânicos e causas não

psiquiátricas dos transtornos mentais e comportamentais e que exigirá

investigação complementar, além de interconsulta com diferentes

especialidades médicas.

 

Quando necessário o uso de medicamentos, os mesmos são indicados caso a

caso e a evolução dos sintomas ou efeitos adversos são acompanhados de

perto pelo psiquiatra responsável.

 

Em conjunto são trabalhadas a dinâmica familiar, as relações e são

identificados fatores que podem estar contribuindo para a patologia se instalar.

 

É realizado um protocolo de escalas clínicas complementares à avaliação

clínica direta feita pelo médico psiquiatra.

 

Terapia Cognitivo-Comportamental:

 

Tem como objetivo prover sentido através de experiências reais,

intencionalmente acessando conteúdos, processos e produtos (com atenção

especial à fala interna, estilos de processamento e preferências de atribuição

de sentido). As sessões têm uma estrutura básica que será mantida ao longo

do tratamento. A participação dos pais ocorre em dois níveis: participação no

Grupo de Treinamento Parental e Psicoterapia Familiar aos casos

apresentarem essa necessidade.

 

Avaliação neuropsicológica e emocional:

A testagem neuropsicológica e emocional é realizada em todos os pacientes,

com exceção daqueles avaliados recentemente. Avaliações complementares

nos pacientes já avaliados poderão ser realizadas a fim de comparação do

processo de prejuízo cognitivo após algum tempo da avaliação inicial.

 

Terapia Ocupacional:

A Terapia Ocupacional (TO) com crianças e adolescentes com transtornos

neuropsiquiátricos de alta complexidade tem como foco realizar avaliações

específicas para identificar áreas problemática e o esclarecimento de um

diagnóstico funcional, relacional, de participação em atividades cotidianas e

lúdica, além da formulação de planos terapêuticos individualizados.

 

A intervenção da TO ocorre com a realização de atividades que são

instrumentos do processo terapêutico. Têm como objetivos melhorar

aspectos cognitivos, funcionais, habilidades interpessoais e sociais, além

desenvolvimento da autonomia nas atividades de vida diária, instrumentais,

aprendizagem, lúdicas, lazer e outras, instrumentalizando crianças

adolescentes para o seu cotidiano.

 

Classe Hospitalar:

De acordo com o documento elaborado pelo Ministério da Educação, por meio

da Secretaria de Educação Especial, denomina-se Classe Hospitalar o

atendimento pedagógico-educacional que ocorre em ambientes de tratamento

de saúde, seja na circunstância de internação, como tradicionalmente

conhecida, seja na circunstância do atendimento em hospital-dia e hospital-

semana, ou de serviços de atenção integral à saúde mental. Tem como

objetivos:

 

- Proporcionar às crianças e jovens hospitalizados uma interação social e

melhor qualidade de vida, preservando sua integridade física e emocional,

respeitando seus limites dentro do quadro clínico, dando-lhes os estímulos de

que necessitam para retornarem às suas escolas de origem, visando à

continuidade de suas atividades.

- Valorizar suas aptidões e dar-lhes oportunidades para troca de experiências

que contribuam para assegurar-lhes, enquanto hospitalizadas, o direito ao

atendimento pedagógico educacional, preparando-os para o retorno à escola

sem prejuízo do ano letivo.

 

- Promover o desenvolvimento social, emocional e cognitivo das crianças,

dentro de uma perspectiva de humanização hospitalar.

 

- Contribuir para que não haja evasão escolar estimulada pelo fator saúde.

 

Os objetivos são definidos em termos de capacidades de ordem cognitiva,

física, afetiva, de relação interpessoal e inserção social, ética e estética, tendo

em vista uma formação ampla, sempre respeitando a saúde da criança e seus

horários, estando em sintonia com médicos e enfermeiros, respeitando o tempo

de disponibilidade de todos (crianças, médicos, enfermeiros e família).

 

Musicoterapia:

A musicoterapia visa à utilização da música e/ou dos seus elementos (som,

ritmo, melodia e harmonia), bem como de suas frequências vibratórias,

combinadas ou não com músicas, para promover a restauração da saúde dos

indivíduos em um processo que envolva respostas perceptivas, cognitivas e

intelectuais, pois se tem observado que, embora a música alcance uma

resposta intelectual quando ouvida, pode causar uma resposta física

frequentemente mensurável quando as ondas sonoras são percebidas pelo

corpo humano. A apreciação da música e o impacto emocional de um

determinado trecho musical podem promover uma reação física.

 

Tem como proposta ajudar crianças e adolescentes através das intervenções

musicais, induzir atividades criativas e motoras por meio dos seus elementos

sonoros e dos parâmetros de duração, intensidade e timbre, convertendo-se

em um importante instrumento terapêutico por interferir na vida psíquica do

indivíduo, no seu tempo, espaço, favorecendo o autoconhecimento, na

expressão de seus sentimentos nas modalidades de improvisação, de

recreação, de composição, na qual o paciente participa ativamente de uma

produção sonoro-musical. O uso da música como terapia pode ampliar suas

capacidades comunicativas, mobilizando os aspectos biológicos, psicológicos e

culturais, melhorando a qualidade biopsicossocial e espiritual.

 

Fonoaudiologia:

A fonoaudiologia é a ciência que “atua em pesquisa, prevenção, promoção,

avaliação e terapia fonoaudiológicas na área da comunicação oral e escrita,

voz e audição, bem como no aperfeiçoamento dos padrões da fala e da voz”

(Código de Ética em Fonoaudiologia). Envolve quatro amplas áreas de

atuação: linguagem, voz, audiologia e motricidade orofacial.

 

As atividades realizadas na Enfermaria envolvem a avaliação, prevenção e

intervenção nas alterações comunicativas dos pacientes. As intervenções são

focadas, prioritariamente, nas alterações linguísticas; contudo, podem ser

realizadas atividades em voz e/ou motricidade orofacial. Avaliações

audiológicas, se necessárias e viáveis, são feitas por encaminhamento ao

ambulatório central do Hospital das Clínicas da FMUSP.

 

Serviço Social:

O Serviço Social realiza as avaliações psicossociais de todos os casos

internados, levantando situações de vulnerabilidade ou possíveis estressores

que possam estar relacionados direta ou indiretamente em deflagrar

desestabilização clínica ou situações de risco. Eventualmente são realizadas

visitas domiciliares para estudo do ambiente social no qual a criança e o

adolescente estão inseridos.

 

Além disso, o Serviço Social intermedeia o fluxo de referência e contra-

referência, trabalhando os recursos disponíveis na rede pública para

continuidade do tratamento.

 

Enfermagem:

O serviço de Enfermagem atua nos cuidados básicos de enfermagem,

incluindo o controle de sinais vitais, administração diária de medicação, coleta

de exames, além de participação em grupos de abordagem psicoeducacional e

de reabilitação para pais e pacientes (atividades de vida diária, treinamento

parental, reabilitação neurocognitiva etc.).

 

RESIDÊNCIA MÉDICA

- O serviço é responsável pela formação dos residentes do 3º ano de

Psiquiatria Básica e do 4º Ano Opcional em Psiquiatria da Infância e

Adolescência.

 

- Anualmente são oferecidas 6 vagas para o 4º Ano Opcional em Psiquiatria da

Infância e Adolescência.

 

Programas de Residência Médica

Residentes do 3º ano de Psiquiatria Básica

 

- Conhecimentos:

 

Conhecer as fases de desenvolvimento neurobiológico, cognitivo e

emocional desde o nascimento até a idade adulta

 

Conhecer os principais instrumentos empregados para avaliação de

crianças, adolescentes e famílias e seus empregos no processo de

avaliação diagnóstica

 

Desenvolver raciocínio clínico e etiológico quanto aos principais

transtornos mentais presentes na infância e adolescência:

 

- Avaliar fatores: 

predisponentes

desencadeantes

perpetuadores

protetores

 

- Diagnóstico diferencial: alterações genéticas; erros inatos do

metabolismo; alterações neurológicas; quadros orgânicos com

repercussões no comportamento (infecções, metabólicos,

induzidos por medicamentos)

 

Classificação diagnostica em Psiquiatria da Infância e Adolescência

Noções sobre situações de crise na infância e adolescência dentro do

contexto da dinâmica familiar e conhecer os recursos disponíveis na

comunidade para auxiliar no manejo destas situações

 

Conhecimento sobre manifestações emocionais e quadros psiquiátricos

em crianças e adolescentes com patologias orgânicas

Propor tratamento adequado aos transtornos mentais mais prevalentes

na infância e adolescência:

 

- Tratamento etiológico e sintomático

- Psicoterapias na infância e adolescência

- Abordagem familiar

- Uso de psicofármacos

 

- Atitudes:

Realizar avaliação inicial de crianças e adolescentes de forma adequada

ao desenvolvimento cognitivo;

 

Identificar e manejar aspectos transferenciais e contra transferenciais

presentes no relacionamento com o paciente, com os familiares e com a

equipe médica;

 

Orientar adequadamente os pacientes (de acordo com o grau de

desenvolvimento), os pais/cuidadores quanto ao tratamento e

seguimento proposto;

 

Manter postura ética e respeitosa durante a avaliação e seguimento dos

pacientes;

 

Comunicar adequadamente ao paciente e aos familiares condutas a

serem tomadas como: internação psiquiátrica, riscos e benefícios da

terapêutica, necessidade de contenção mecânica.

 

- Habilidades:

Realizar avaliação diagnóstica de crianças e adolescentes, empregando

diferentes estratégias de acordo com a fase de desenvolvimento do

paciente para obter as informações necessárias para o raciocínio

diagnóstico

 

Realizar exame psíquico e anamnese de forma a obter subsídios

relevantes para a discussão, diagnóstico diferencial e definição de

conduta nos transtornos da infância e adolescência, reavaliando as

hipóteses diagnósticas e condutas ao longo do desenvolvimento da

criança

 

Realizar o atendimento ambulatorial de casos não complicados dos

principais transtornos mentais na infância e adolescência

 

Realizar a avaliação diagnóstica de crianças e adolescentes internados

em Hospital Geral, elaborar um plano de tratamento e orientar

adequadamente a equipe que acompanha o caso

 

Conduzir adequadamente o atendimento de crianças/adolescentes que

se apresentem em situação de crise dentro da dinâmica familiar

 

Identificar crianças com risco para o desenvolvimento de transtornos

psiquiátricos e orientar intervenções que possam impedir ou atenuar a

expressão da doença

 

Residentes do 4º ano opcional em Psiquiatria da Infância e Adolescência

 

- Conhecimentos:

Conhecer as fases de desenvolvimento neurobiológico, cognitivo e

emocional desde o nascimento até a idade adulta

 

Conhecer os principais instrumentos empregados para avaliação de

crianças, adolescentes e famílias e seus empregos no processo de

avaliação diagnóstica

 

Identificar as reações esperadas para cada etapa do desenvolvimento

frente a situações de estresse e orientar adequadamente para que os

responsáveis ou cuidadores possam proporcionar condições adequadas

para a adaptação necessária:

 

- Mudanças em seu ambiente familiar, escolar e/ou estilo de vida

- Perda ou afastamento de pessoas da família

- Adoecimento e internação

- Desenvolver raciocínio clínico e etiológico quanto aos principais

transtornos mentais presentes na infância e adolescência:

- Avaliar fatores: predisponentes

desencadeantes

perpetuadores

protetores

- Diagnóstico diferencial: alterações genéticas; erros inatos do

metabolismo; alterações neurológicas; quadros orgânicos com

repercussões no comportamento (infecções, metabólicos,

induzidos por medicamentos)

 

Estar familiarizado com os serviços que compõe a rede de atendimento

a crianças e adolescentes: escolas, serviços de proteção, Vara da

Infância e Juventude, Departamento de Execuções da VIJ, Fundação

CASA e o continum de serviços que compõe a rede de atendimento à

Saúde.

 

Classificação diagnóstica em Psiquiatria da Infância e Adolescência

Identificar as diferentes apresentações clínicas (sintomas e quadro

clínico) ao longo do processo de desenvolvimento dos transtornos

mentais frequentes na infância e adolescência:

 

- Autismo e outros Transtornos do Espectro Autista

- Alterações de humor na infância e adolescência: irritabilidade,

tristeza, somatização

- Transtornos de ansiedade na infância: ansiedade de separação,

fobias

- Hiperatividade e desatenção (TDAH)

- Sintomas obsessivo-compulsivos na infância, tiques, Tourette

- Abuso e dependência de álcool e drogas na adolescência

- Alterações de comportamento e Transtornos de Conduta

- Transtornos alimentares: fobia alimentar, desvio alimentar,

anorexia, bulimia

- Psicoses na infância e diagnósticos diferenciais

- Transtornos específicos do desenvolvimento: dificuldades de

aprendizado (leitura, escrita, matemática), comunicação, motor

- Transtorno de estresse pós-traumático e maus tratos na infância

 

Propor tratamento adequado aos transtornos mentais mais prevalentes

na infância e adolescência:

 

- Tratamento etiológico e sintomático

- Psicoterapias na infância e adolescência

- Abordagem familiar

- Uso de psicofármacos

 

Introdução de psicofármacos mais convenientes de acordo com a

patologia e as características do paciente: fase do desenvolvimento,

portadores de patologias clínicas, atentando para interações

medicamentosas, efeitos colaterais, toxicidade e vias de metabolização:

 

- Princípios básicos da farmacoterapia na infância

- Antidepressivos

- Estabilizadores de humor

- Antipsicóticos

- Ansiolíticos

- Estimulantes

 

Identificar, avaliar e propor estratégia de intervenções em situações

emergenciais em Psiquiatria da Infância e Adolescência:

 

- Ideação e comportamentos suicidas

- Abuso físico e maus tratos

- Abuso sexual

- Auto e heteroagressividade

Avaliar crianças e adolescentes internados em Hospital Geral

(atendimento de interconsultas):

- Avaliação diagnóstica de crianças e adolescentes com patologias

clínicas e possíveis reações de ajustamento consequentes;

- Estruturar intervenção adequada em conjunto com a equipe

clínica/cirúrgica que acompanha o caso, com especial atenção ao

trabalho multidisciplinar

- Indicação e utilização de psicofármacos, com atenção à

interação medicamentosa e consequências ao desenvolvimento

infantil

- Atitudes:

 

Realizar avaliação de crianças e adolescentes de forma adequada ao

desenvolvimento cognitivo;

Identificar e manejar aspectos transferenciais e contratransferenciais

presentes no relacionamento com o paciente, com os familiares e com a

equipe médica;

 

Orientar adequadamente os pacientes (de acordo com o grau de

desenvolvimento), os pais/cuidadores quanto ao tratamento e

seguimento proposto;

 

Manter postura ética e respeitosa durante a avaliação e seguimento dos

pacientes;

 

Comunicar adequadamente ao paciente e aos familiares condutas a

serem tomadas como: internação psiquiátrica, riscos e benefícios da

terapêutica, necessidade de contenção mecânica;

 Atuar de forma adequada e sempre priorizando os interesses e

segurança de crianças e adolescentes, quando houver divergências com

os pais/cuidadores

 

- Habilidades:

 

Realizar avaliação diagnóstica de crianças e adolescentes, empregando

diferentes estratégias de acordo com a fase de desenvolvimento do

paciente para obter as informações necessárias para o raciocínio

diagnóstico:

 

- Avaliar sintomas nas 4 áreas principais: conduta; emoções;

relacionamentos; desenvolvimento neuropsicomotor e pondero-

estatural

- Avaliar impacto dos sintomas

- Abordar fatores de risco e de proteção

- Avaliar as potencialidades do paciente e da família

- Avaliar modelos explicativos adotados pela família e que poderão

interferir no processo terapêutico

 

Realizar exame psíquico e anamnese de forma a obter subsídios

relevantes para a discussão, diagnóstico diferencial e definição de

conduta nos transtornos da infância e adolescência, reavaliando as

hipóteses diagnósticas e condutas ao longo do desenvolvimento da

criança

 

Conduzir de forma adequada a entrevista com pais e familiares, assim

como reconhecer as necessidades da família e encaminhar para os

recursos necessários

 

Conduzir adequadamente o atendimento de crianças/adolescentes que

apresentem agitação psicomotora

 

Orientar familiares e responsáveis de forma adequada, solicitando

intervenção da Vara da Infância e Juventude quando necessário

 

Orientar e conduzir a atuação da equipe multidisciplinar de forma

harmônica, de acordo com as necessidades de cada caso

 

Identificar crianças com risco para o desenvolvimento de transtornos

psiquiátricos e orientar intervenções que possam impedir ou atenuar a

expressão da doença.

 

Fonte:http://www.ipqhc.org.br/pag_detalhe.php?categ=Hospital&id=307

 

 Outras cidades que possuem HC:

 

Faculdade de Medicina de Marília - FAMEMA

Hospital das Clínicas - Marília I E II

Rua Carlos Botello, 246 – Bairro Mª Izabel

Cep 17515-240 Marilia/SP

Fone: 14 3402-1820/1744 Fax: 3422-1079

dirgeral@famema.br, diradm@famema.br

 

Universidade de São Paulo - USP-Pinheiros

-Hospital Universitário de São Paulo/USP

Av. Prof. Lineu Prestes, 2.565

Cep 05508900 São Paulo - SP

Fone: 11-3039-9202/01 Fax: 3039-9300

hu@edu.usp.br gsales@hu.usp.br ESTADUAL

 

-Hospital das Clinicas - USP

Rua Ovídio Pires De Campos,

Cep 05403010 São Paulo - SP

Fone: 11-30696200/30810011 Fax: 3088-0867

jmanoel@hcnet.usp.br; superintedencia@hcnet.us

 

Universidade de Campinas - UNICAMP

-Hospital das Clínicas/Unicamp

Rua Vital Brasil -251 Cidade Univ Zeferino Vaz

CEP 13081971 Campinas – SP

Fone: 19-3521-8008/8006 Fax: 3521-8010

E-Mail: shc@hc.unicamp.br zeferino@hc.unicamp.br ESTADUAL

 

Faculdade de Medicina de Botucatu - FMB-UNESP

Hospital das Clinicas de Botucatu

Parque das Nações Distrito De Rubião Junior, S/N

Cep 18618970 Botucatu - SP

Fone: (014)3815-1466 Fax: 3882-5387

E-Mail: hcbotu@fmb.unesp.br 

 

 Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - FMRP-USP

Hospital das Clinicas. Fac. Med. Ribeirão Preto

Campus Universitário - Monte Alegre

Cep 14048900 Ribeirão Preto – SP

Fone: (16) 3602-1000 - Fax: (16) 3633-1144

E-Mail: hcfmrp@fmrp.br 

 

 

 

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